quarta-feira, 14 de julho de 2010

NÃONÃONÃONÃO

NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO

Você NÃO pode ser feliz em paz.
Seus relacionamentos NÃO dão certo nunca.
Você NÃO vai nem querer vê-la daqui a um ano.
Você NÃO sabe o que diz.
Eu NÃO fiz nada de errado.
Você NÃO tem razão.
Você NÃO pode fazer isso comigo.
O que tem de errado agora? NÃO era nem pra ter começado.
EU NÃO tenho nada a ver com essa merda.
NÃO me envolva nisso.
Eu NÃO concordo.
Eu NÃO não estou contra você.
NÃO fecha a merda da porta.
Eu NÃO confio em você.
Eu NÃO sou maria-vai-com-as-outras como vocês.
NÃO tem mais jeito.



domingo, 11 de julho de 2010

Bad Romances

I want your ugly
I want your disease
I want your everything
As long as it's free
I want your love
Love, love, love I want your love

I want your drama
The touch of your hand
I want your leather-studded kiss in the sand
I want your love
Love, love, love I want your love
(Love, love, love I want your love)

You know that I want you
And you know that I need you
I want it bad, your bad romance

I want your love and
I want your revenge
You and me could write a bad romance
I want your love and
All your lover's revenge
You and me could write a bad romance

I want your horror
I want your design
'Cause you're a criminal
As long as your mine
I want your love
(Love, love, love I want your love)

I want your psycho
Your vertigo stick
Want you in my rear window
Baby your sick
I want your love
Love, love, love
I want your love
(Love, love, love I want your love)


You know that I want you
('Cause I'm a freak bitch baby!)
And you know that I need you
I want a bad, bad romance

I want your love and
I want your revenge
You and me could write a bad romance
I want your love and
All your lover's revenge
You and me could write a bad romance

Walk, walk fashion baby
Work it
Move that bitch c-razy

Walk, walk passion baby
Work it
I'm a freak bitch, baby

I want your love
And I want your revenge
I want your love
I don't wanna be friends

J'veux ton amour
Et je veux ton revanche
J'veux ton amour
I don't wanna be friends
Oh-oh-oh-oh-oooh!
I don't wanna be friends
(Caught in a bad romance)
I don't wanna be friends
Oh-oh-oh-oh-oooh!
Want your bad romance
(Caught in a bad romance)
Want your bad romance!

I want your love and


I want your revenge
You and me could write a bad romance
Oh-oh-oh-oh-oooh!
I want your love and
All your lovers' revenge
You and me could write a bad romance

***

Novamente, gostaria de pedir que você, ao ler este post, estivesse ouvindo uma música... Bem, tem todo aquele lance de criar o clima, ilustrar o que eu to dizendo e tal... Novamente, online, facinho. Bad Romance - Lady GaGa

Let's go! Hoje eu resolvi fazer outra limpa e falar de Bad Romances... Lendo a letra dessa música, coisa que eu só fui fazer hoje, eu... mentira, eu tive essa ideia antes, mas hoje tudo fez sentido quando eu li a letra.

***

Séculos depois, vamos lá... Vou tentar não identificar as pessoas. Mas se você me conhece bem, saberá sem dúvidas de quem eu tô falando.


***

Vamos lá... Meu primeiro Bad Romance foi "A"... A era uma pessoa muito legal, encantadora, divertida, hipersexualizada (ou eu deveria dizer "normal"?), me iniciou na vida de podridão... Eu achava tudo isso o máximo... Até que eu me toquei de que eu nunca tinha sido o bastante para A, e que eu não era para A o que A era pra mim. Foi minha primeira decepção amorosa, foi meu primeiro término de namoro, minha primeira semana chorando por ter "perdido" alguém. Tenho certeza praticamente absoluta - uns 99%, digamos - de que eu nunca magoei A, pelo menos nunca muito gravemente. A se divertia muito comigo, como se eu fosse um daqueles brinquedinhos bonitinhos, novinhos, engraçadinhos... Não estranho, A enjoou de mim. Ou eu me toquei de que nunca tinha sido tão interessante assim... Bom, foda-se A. Incrivelmente, eu consegui superar. Foi uma daquelas coisas de passar anos (uns 2) olhando o orkut de A e de seu novo affair, caçando qualquer coisa que me dissesse respeito (ou não), qualquer menção a mim, qualquer espécie de coisa, por mais que isso fosse me magoar. Hoje em dia, eu não sei NADA sobre a vida de A, não sinto falta, não quero saber, e incrivelmente, não lhe desejo mal.
Depois de A, veio B (Ahahahahahaha! Isso foi extremamente engraçado!). B era uma pessoa muito diferente de mim, na época. Hoje, não sei bem se isso é verdade. Quero dizer, eu já tinha depressão nessa época... 
Gentchy, acabo de me dar conta de que eu me esqueci do meu Bad Romance infantil... Ahauahuahauahau! Vamos chamar esse caso de "A-1". A-1 foi uma pessoa muito boazinha, muito fofinha, esse sim foi meu primeiro namoro, meu primeiro fim de namoro, o primeiro chifre que levei, mas - Ahá! - o primeiro chifre que coloquei... E o segundo e o terceiro e o quarto e... Ahauahauahauhauahau!! Como eu era infernal. Mas enfim, A-1 foi muito pouco Bad Romance - o foi mais no sentido de ter sido minha iniciação nas decepções amorosas do que no sentido de ter me feito mal mal mesmo. E também não acho que eu tenha sido muito má com A-1, porque até rolou um lance muito mais tarde... Enfim, voltemos a B.
B era uma pessoa "fascinante", essa é a palavra. A princípio, nem bom, nem ruim. Depois, tudo de bom. Depois, tudo de ruim. B foi minha desgraça, minha perdição. B foi a pessoa que me fez querer desistir de viver, de ter casos, de me relacionar com qualquer espécime da humanidade. B me fez brigar com uma série de pessoas, mas, por causa de B, nunca odiei mais a ninguém do que a mim mesma. B me trouxe muitos problemas, problemas de toda espécie. Muitas experiências novas, também, não quero ser injusta. Sim, é claro que fui feliz com B, afinal, ninguém é troxa de ficar com alguém que faz 100% mal. B foi o meu pior, maior, mais intenso Bad Romance. E isso porque B, em si, era uma coisa terrivel. Claro, com uns adendos da realidade dura e cruel, B se tornou muito pior. Não quero ser repetitiva. Só queria acrescentar, sobre B, que eu também lhe fui muito Bad Romance. Fiz pequenos infernos em sua vida, fiz muito drama, muitas exigências, muita coisa jogada na cara... Chegou uma hora em que eu não conseguia viver sem B. Muito mais difícil era viver COM B. Era uma coisa doentia, infame, desnecessária (?), era algo obsessivo, possessivo, mal educado, grosseiro, viver com B... Depois de muitas idas e vindas, decidi me afastar definitivamente de B. Isso, umas 10 vezes. Ahahaha! Hoje tem graça. Com B, foi a mesma putaria de ficar fuçando orkut, vendo o perfil de cada pessoa que lhe dissesse qualquer coisa, por mais inocente que fosse. Mais tarde, até que foi bom. ;) Enfim, quando penso em B, hoje em dia, sinto uma coisa estranha... Uma raiva com uma angústia e um despeito... Não sei bem... Miraculosamente, SUPEREI B!!!!! \o/\o/\o/ Agora, o que eu não superei foi B+1, pessoa desgraçada, infame, maldita, que morra e queime eternamente no inferno - nessas horas eu preferia acreditar em céu, inferno e a palhaçada toda... =/ Agora, chega de B.
Depois de B, claro que com algumas escalas... Ahahahaha! Como eu sou infernal. Depois de B, veio C. C foi um super super Good Romance, até certo momento. Não digo que a culpa seja de C. Chegou uma hora em que tudo o que eu tocava virava merda. Enfim, C foi muito legal comigo, até que eu enlouqueci. Juro pra vocês, gentchy! Enlouqueci mesmo, despiroquei... Tive um lance muito estranho com... Enfim, não é importante. C ficou sendo uma coisa que me confrontava com o que tinha de pior em mim, e eu não suportava chegar perto de C. Acabei sendo um Bad Romance tremendo na vida de C, acho que fui até um trauma e tal. Me sinto culpada quando penso em C. C, me desculpe.
(Sinto que estou ficando repetitiva)
Não necessariamente nessa ordem, veio D. D era uma pessoa que me fazia sentir mal, por melhores que fossem suas intenções. D gostou demais de mim, sem que tivesse em que se basear, o que me faz pensar que eram simples projeções, e que D não gostava "de mim", mas do que tinha "planejado" pra mim, do que esperava que eu fosse, e a realidade acabou se mostrando bem diferente. Foi triste, até. Hoje, virou uma espécie de... Desprezo mútuo. Enfim, fui muito mais Bad Romance na vida de D do que D na minha, mas acho que não criei trauma.
Então, veio E. E era uma pessoa bem do jeito que eu gostava, mas foi mais ou menos na época em que eu comecei a me irritar com gente depressiva. E era outro caso de gente que gostava demais de mim sem ter por quê. Isso é uma coisa que realmente me incomoda. E era uma ilusão boa, mas uma hora ficou sufocante. Até bem pouco tempo, eu achava que E tinha trauma de mim, até que eu percebi que E tinha trauma de todo mundo e de ninguém. E só foi Bad Romance pra mim no começo do fim. Hoje em dia, até gosto bastante de E.
F... F era uma pessoa muito legal e tudo... mas com o tempo, percebi que F era de um cinismo inacreditável, gostava de provocar, de fazer joguinhos infantis, coisa de gente besta, sabe?? Bem, não digo que F tenha sido grande trauma pra mim, nem eu para F, mas digamos que F cristalizou minha sensação de que nada nunca ia dar certo. Aliás, F foi meio que um tiro na água, não vou conseguir explicar.
Claro que com todas essas pessoas eu vivi coisas boas, mas sei lá... Alguns padrões, alguns traumas, medos, desconfianças... Vieram daí... Isso me deixa mal... E não quero saber de piadas do tipo "Pensei que ia precisar usar o alfabeto grego" ou algo que o valha. Nem é tanta gente assim... 
Ah, acho que preciso mencionar G. Não que tenha sido Bad, muito menos Romance, mas G foi uma pessoa que me influenciou muito, no sentido de me fazer perder a fé. Em compensação, G me mostrou um mundo de possibilidades, as quais eu pude experimentar e recusar. Preferi não ser como você, G. Vazio já me consumia demais pra ainda entrar nessa vida. No, thanks.
E então, HH... (Y) HH em si, não é problema, nunca foi e creio mesmo que nunca virá a ser. Mas HH veio com uma caixinha de Pandora acoplada... Ahahahaha! Nós vamos conseguir, né, HH??
Te amo muito!!!!

Juro que a ordem foi meio caótica, mas algumas coisas caíram como luvas... Ahauahauahuahaua!
Esse post foi repetitivo, cansativo, mas foi bem ilustrativo e catártico. Deus vos abençoe. Amen.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Como eu ia dizendo...

(03/Julho/2010, à noite)
Acho que me arrependi do que disse sobre a mom...
Além disso, nem de longe essa imagem salva como "expressionismo.jpg" representa o que estou sentindo.
Acho que fiquei um tanto perturbada com certas coisas... Começarei pelo que deve ser menos relevante. Quero dizer, não quero que "isso" signifique grande coisa...
Aconteceu: she said to me: "X me escreveu" (ou algo equivalente), ao que eu SIMPLESMENTE respondi: "vagabundazinha" e então she said to me "Calma, cara Oo", e algo nessa combinação de me mandar ficar calma, me chamar de cara, mandar esse emoticon "Oo" e defender a vagabundazinha em questão, denunciando meu comportamento absolutamente... não sei a palavra. Irracional, desnecessário, desproporcional (essa é boa)... Enfim, isso mexeu demais comigo, tomou uma proporção descabida e agora dói como se...
É mais complexo que isso. O lance é que: a) NINGUÉM sabe por quê um reforçador positivo perde essa sua propriedade, e b) quando um estímulo (reforçador  positivo?), pareado com estímulos neutros, é seguido por um aversivo MUUUUITO aversivo, toda a contingência se torna aversiva, e quando isso ocorre com uma certa frequência INDEPENDENTEMENTE das respostas que eu emita (vamos proteger o meu "egozinho" frágil e sem talento), quando a punição vem sem que eu tenha controle algum, sem que eu possa evitá-la (dizendo assim parece menos dramático), isso cria uma condição de desamparo aprendido. Bom, Skinner e a Lívia e todos os analistas do comportamento me desculpem se eu estiver falando merda. O lance é o seguinte: alguns estímulos adquiriram propriedade aversiva e mei oque (é exatamente isso) sinalizam punição, e acho (só acho) que às vezes a gente arranja os meios mais bizarros de fugir ou se esquivar de TODA a situação aversiva. Generalizando, acho que até o tom meloso da minha voz era uma forma de esquiva.
Algumas coisas são muito frustrantes. Eu sou incompetente? burra? limitada? preguiçosa? Na época da depressão, eu facilmente colocaria um "e" no lugar da itnerrogação, ams poxa vida, eu não sou tão má assim, talvez eu só... não tenha repertório (q como? quando? eu vou ter?) e... eu posso melhorar... Mas ainda não falo francês, e ainda não sei de onde vem a esquizofrenia e o autismo, e não sei POR QUE um reforçador positivo PERDE seu valor reforçador (o negativo também, no caso do desamparo aprendido); Humbert Humbert, independentemente da minha vontade e dos meus anseios, não existe; não nasci Lolita, e não tem mais um fio sequer de ninfescência em mim. Eu ainda estou sujeita aos produtos de contingências velhas e purulentas. E ainda não tenho uma imagem para meu post. E por mais que eu estude análise do comportamento, SAIBA e ACEITE que o comportamento de Y é produto de controle aversivo (bem como o meu), não consigo afastar a ideia de que "coitada de mim, Y é mau, não presta, não tem jeito". Acontece que não há deus para mudar os elementos das contingências, e Y também não vai mudá-los, logo, estou certa.
Novamente, gostaria de agradecer ao fucking bastard que inventou o blog (acho que dizer "caderno" seria mais adequado), com todo seu poder catártico. Audiência não punitiva, psicanálise de merda. Adicione punições às minhas postagens e ACABOU-SE o poder de catarse do blog.
Minha irmã foi dormir brava comigo porque "eu não lhe dou atenção", do que eu discordo. Naturalmente, talvez eu não lhe dê tanta atenção quanto ela solicita, mas eu me esforço para que esta reclamação não seja validada.
Me arrependo de não ter anotado certas coisas. Me arrependo de uma série de coisas que passaram desfilando, agora, mas rapidamente, por minha "mente".
Lembrei que o que me faz me sentir burra não é não saber uma COISA, mas não saber um MODO DE SABER essa coisa.
Agora me bateu um medo estranho. Lembrei do que eu fiz com uma tela esses dias, e me deu medo de, de certa forma, acabar fazendo o mesmo com a minha vida. Ficou feio, então eu rabisquei tudo e joguei em cima do guarda-roupa. E tá lá e eu não vou mexer porque eu não quero olhar para aquilo.
Estranho como, depois de certo tempo, não achei graça em mais nada.
Me esgotei. Acho que fiz umas análises boas, interessantes e coerentes. Me sinto gasta e cansada. Vou parar de escrever, tomar um leite quente (com café solúvel, a invenção do século) e violar meu luto humbertiano com Skinner.
Sem comentário final engraçadinho, 
                                       a não H. H.

***
Agora sou eu, e hoje... =)
Bom, eu menti. Não tomei leite, tomei suco de goiaba, e não li Skinner, não li nada; eu fui dormir.
Acho que ainda ficou incompleta a "análise" (arrogante, isso)... Acontece que agora eu to tentando quebrar esse pareamento dos estímulos neutros com a situação aversiva... Óbvio que isso causa uma puta de uma ansiedade, mas vai valer a pena, creio eu.
Ganhei uma aliaaaança!!! *-*
Não quero mais falar... 
Beijo beijo.

***
Acho que é a primeira vez na minha vida inteira que eu finalizo um post decentemente.

sábado, 3 de julho de 2010

Uma certa sensação...


O problema é que eu não consigo descrever exatamente. Estou me sentindo estranha... Estou extremamente... não, vamos fazer jus à sensação... estou EXTREMAMENTE agitada... Mas ao mesmo tempo, estou meio down, mas sem motivo... quer dizer, nenhum comportamento ocorre "sem motivo", mas o lance é que eu não consigo identificar o que me causa essa sensação... Também não sei dizer exatamente com quê se parece...
Mas vamos lá... Hoje eu fiz um curso (que na verdade começou ontem à noite) que foi sensacional... Agora eu entendo muito mais coisas, o que faz aumentar minha sensação de incompetência... Acho que o excesso de contato social e o fato de não ler a "mente" das pessoas, de modo que eu possa saber COM SEGURANÇA o que elas pensam de mim me causa essa ansiedade... Mas acho que é desproporcional... Quer dizer, não sei... Toma uma proporção gigantesca... Acho que é isso. Mas ainda sinto que não basta.
Enfim... Não sei se eu disse (talvez no twitter), eu achei uma loja sensacional na quinta... Uma loja que vende piercings por um realzinho... Claro, eu comprei um só porque eu sou uma moça muito controlada... Mas eu queria muito muito muito usar meu piercingzinho, então eu coloquei, e ficou grande, e então eu fui cortar com uma tesoura de tecido, óbvio que essa é uma decisão estúpida, mas muito válida na falta de uma melhor. Quer dizer, não deu certo. Então eu tentei um alicate de bijuteria, que também não deu certo. Acabou que eu estraguei todo o piercing, que ficou retorcido, sem tinta e disforme, e então eu o atirei com toda a embalagem - uma gracinha! - no lixo do quarto. Ainda está lá. Luto... Em compensação, comprei um piercingzinho super bonitinho para colocar na orelha, e esse deu certo. Queria ter comprado uma infinidade de outras coisas das quais não preciso, mas que eu queria tanto... 
Enfim, não me culpe pela intempérie de hoje... Eu sou capaz de lidar com essa estranheza, não com aquela. Mom, você me poda! (Y)
Lolita, você é uma humana até que legalzinha; Humbert, você é demais! Deus te abençoe.
supersupersupersupersuperagitadaaaaaaaa!
Não vou parar, óbvio... Mas aqui não dá mais. Vou indo. Vou ver se arranjo um jeito de aprender francês sozinha... Preciso de frasezinhas de efeito - em francês.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Frasezinhas bonitinhas *.*




“Foi como numa poesia. Corpos entrelaçados, almas entrelaçadas e suspiros de amores loucos. Amor, é bem essa a palavra, não é somente o sufixo mas sim o sentimento que é entrelaçado junto com a alma e os corpos, naquele momento que a paixão fora controlada pelo incontrolável de sermos simplesmente nós, sós, para todo o sempre.”
“Acho que finalmente aprendi o que é o amor. Eu que sempre corri dentre as platônicas e o desejo pelo impossível e destruidor, pelas maldades e pelas dores agora sei como é bela figura da felicidade. Sei como é poder sentir todas as sensações do mundo em um beijo, em uma carícia e em um olhar. Sei como é amar sem medo, o medo, aquele que sempre correu junto comigo você conseguiu arrancá-lo de mim e trocá-lo por essa coisa magnífica que você me trouxe, seu amor.”
“Eu te amo com tanta intensidade que me perco. Me perco nos motivos, me perco no teu sorriso, nas tuas entrâncias no nosso amor. Sou como viajante, meu querer é poder desvendar cada canto dessa tua mente encantadora. Para isso posso levar todo o tempo do mundo, sou paciente, posso esperar para poder ter certeza que conheço como a mim cada vírgula tua.”


“Quando é você
  Tudo tem sentido;
  Tudo tem amor;
  Tudo tem desejo;
  Tudo tem beleza;
  Nada tem maldade;
  Tudo tem minha felicidade.”

sábado, 26 de junho de 2010

O Sêmen e a Célula Expelida...

São os piores versos que já escrevi... Por isso, transformei em prosa... =)

"Você pensa que foi feito de amor, mas era só esperma e uma célula expulsa... Você pensa que é único e insubstituível, mas, é uma pena, todos nós pensamos assim... Eu também queria ser especial...

Você sabe onde dói?
Você sabe onde dói?
Você sabe onde dói?" 

Me sentindo extremamente estúpida...
Acho que voltei a ter Ansiedade Generalizada... Tô extremamente carente e quase depressiva... Anomalias anatômicas mexem comigo... se elas estão em mim e tal...
Lado bom da vida: hoje eu achei umas coisas que eu escrevi aos 12, 14 anos, e caralho, como eu era genial! Tava lendo meu Formspring, também, e eu era bem engraçadinha... Talvez daqui uns 5 anos eu goste mais de mim... Quer dizer, não sei explicar, porque eu até gosto bastante de mim hoje em dia, mas sei lá, as coisas boas já não me impressionam tanto... Crisezinha existencial... Pouco criativo, isso, pra um sábado à noite, sozinha no quarto, no MSN, escutando metalzinho deprê...

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Aceitação Condicional

Bah, como estou psicologizada!
Mas enfim, isso é Rogers, e Rogers é o cara.
Aceitação condicional é aquela coisa assim "Se você não ficar bem bonzinho eu não vou mais gostar de você"... talvez não seja assim tão explícito... Mas o lance é que é tão tentador fazer isso... Gente, é muito difícil "amar", assim, amar, só, sabe? Sem ficar exigindo e manipulando em troca de amor...
E isso é bem o tipo de coisa que NÃO TEM GRAÇA!

Bem vinda!!

Bahzinha, Bahzinha!!
Lendo meu blog!! *-*
Amo você!

O lance é o seguinte...

Pressinto que muita coisa por aqui vai começar a começar com "mano" ou "cara" ou "o lance é o seguinte"... Enfim...
Eu penso que melhorei muito. FATO. Estou na porra da fase de enfrentamento e tal, aceito meu lado ruim, blablablá... Mas talvez eu esteja mais insegura do que no resto do tempo... Porque agora eu acho que tudo que eu falo vão achar idiota, e que vão querer se afastar de mim e blablablá... Mas o lance é que ao longo da minha vida, de fato me acharam idiota e quiseram se afastar de mim mais do que o suportável, mais do que o limite pra um ego integrado e tal... Estou psicanalista demais...
Tenho pensado que esse tempo todo que eu estudei Psicologia foi... não digo em vão... mas é como uma espécie de fetichismo, caro, por sinal...
Eu tenho aquela necessidade maldita de ser aceita... Acho que é humano, isso... Mas pra variar eu tenho a impressão de que comigo é extremo... Porque debaixo da nossa pele blablablá...
Enfim, acho que estou confusa...

domingo, 20 de junho de 2010

Insônia com Insight

"A vida nova é boa quase sempre".
Pra começar, ao ler esse post, eu prefiro que você esteja ouvindo "Dancing with myself", do ungido Billy Idol. Não é uma obrigação, mas a leitura vai ficar mais agradável e contextualizada. Para isso, clique AQUI, é online e tal, facílimo. Vamos lá.

***

01:06
Estava arrumando a porra do meu guarda-roupa e achei uns cadernos antigos e cartas que nunca enviei... Puxa vida, como eu escrevia bonito! Curioso é que eu ainda lembro das datas e dos fatos. Queria tanto compartilhar com ela... É como se, lendo todas aquelas coisas íntimas, bonitas e infantis, eu ficasse mais entranhada nela e ela em mim.
Hoje eu tô de um jeito muito diferente do que sempre imaginei.Estou 66,6% mais feliz que naquela época. Gente, eu era muito depressiva, mas muito mesmo! Pelos textos, eu descobri quando virei vegetariana (foi em julho de 2008), descobri quando rompi com o Geovani - a propósito, ele me deletou do orkut de novo, e eu só percebi hoje... #Lixa... Ahahaha! Descobri quando terminei com o Oliver e descobri que a merda toda era de verdade, não era só uma mentira que eu tinha contado a mim mesma para me sentir melhor. Infelizmente, nos meus escritos, havia muita coisa sobre a inominável. Ahahaha! É engraçado tratá-la assim depois de tudo o que ela já significou pra mim. Também deu pra ter uma ideia de quando comecei a me cortar.
Gosto de estar recuperando o prazer de um caderno velho cheio de orelhas e uma lapiseira fodida. A parte ruim é que eu vou ter que digitar tudo depois, uma vez que sou exibicionista e preciso publicar meus textos.
Acabo de me lembrar de um dia, nesta semana ou na outra, em que eu e ela estávamos vendo umas fotos no computador, e ela me disse "você é bonita". Eu respondi "é, também to achando". O interessante é que eu estava falando super sério. Lendo essas coisas... é estranho. Mudei demais, mas continuo sendo eu. Bem menos confusa e mais satisfeita. Só tem uma coisa que me incomoda: não consigo deixar de pensar no quanto o mundo é ruim e as pessoas, sacanas. O que eu era era produto de uma sociedade doente... Eu era só um resultado, um resultado brilhante e esperado, da merda toda. E eu consegui. Caralho! Eu consegui. Acho que, até hoje, eu já sabia que estava melhor, mas não tinha me dado conta do abismo que separa o que sou hoje do que eu era há um, dois anos. E, porra, quando a merda toda começou, eu era uma criança. Uma criança! Muito medo de que elas possam ser como eu era...
Bom, acho que era isso. Vou tomar minha fluoxetinazinha e ficar rolando na cama, porque eu fiz a cagada de dormir à tarde.
Mudei de ideia. Resolvi voltar e fazer umas comparações felizes, e outras infelizes.
Pra começar, naquela época, "ideia" tinha acento. Isso é uma coisa que... Não digo que eu fosse mais feliz pro isso, mas poxa vida, é bem o tipo de coisa que não precisava ter mudado...
O meu cabelo melhorou muito! Em compensação, naquela época era comprido. Se eu pudesse juntar o comprimento de lá com o aspecto de hoje, seria perfeito.
A minha namorada, hoje, é bem melhor - infinitamente melhor - que a daquela época, mas esse não é bem o tipo de comparação feliz...
Minha relação com a minha irmã melhorou muito; comigo mesma, nem se fala. Com as "pessoas", também melhorou bastante. Por outro lado, tenho a impressão de que minha mãe gostava mais de mim lá do que atualmente. Hoje em dia ela é triste e rabugenta, e não gosto de pensar nisso, mas creio que o que eu fui é parte do que ela é hoje. O que me consola é que o que eu fui é produto do que ela foi antes. Óbvio que não é "culpa" dela... Além disso, são muitas variáveis envolvidas... Porque às vezes as coisas simplesmente acontecem, e a gente nem imagina onde vai dar. Seguindo a mesma lógica, não pode ser "culpa" minha o que ela se tornou. Me sinto orgulhosa por dizer isso, apesar de não acreditar, de fato, no que estou dizendo.
Incrivelmente, a relação com meu pai piorou. E eu que achava que não podia ficar pior. Pois é, ficou. Hoje em dia, ele sabe sobre mim muito mais do que devia, mas muito menos do que precisava. Tudo em mim ele vê como defeito e... Ok, isso não é novidade e não vou entrar nessa discussão agora. Mesmo porque eu posso estar sendo vigiada, e de todo modo, ele não entenderia qualquer coisa positiva que eu pudesse dizer (hipoteticamente... Ahahahaha!).
Estou muito mais corajosa pra algumas coisas, e muito menos pra outras. Bom, acho que ainda tenho coragem de me cortar, mas agora eu tenho opção. Hoje, tenho coragem de expor e defender meu ponto de vista. Mas preciso pensar no alcance disso. Tenho mais coragem de falar com as pessoas. \o/ Mais coragem para lidar com perdas e faltas, eu acho. Não estou muito certa... Por outro lado, nem sei se é falta de coragem, as eu não faço mais algumas coisas divertidas que eu fazia, e nã osei se voltarei a fazer, e não sei se é bom ou ruim.
A minha opinião sobre suicídio mudou um pouco. Um pouco. Acho que hoje eu tenho uma visão muito mais integrada de mim, da vida (a minha e as outras), do mundo (aqui me refiro às relações estabelecidas entre pessoas e pessoas, entre pessoas e o "meio externo" - na falta de uma expressão mais adequada). Hoje eu considero muito mais coisas quando penso no assunto. Por outro lado, se um dia eu decidir que chegou minha hora, a coisa vai ser feia, porque vai ser uma certeza, não vai ser aquele desespero de adolescente. E isso me assusta.
A forma como eu amo mudou muuuuuuito! Antes era um amor... verticalizado. Óbvio, não vou conseguir explicar o que eu quero dizer. Mas é assim: antes era aquela coisa extrema, violenta, eu vivia de "paixão", no sentido de sofrimento, aquela paixão que conduz à morte. Hoje eu ainda sou capaz de estar apaixonada, mas hoje eu vivo mais de "amor" que de "paixão". Isso é uma coisa mais adulta e mais promissora.
O prazer que eu sinto hoje também é qualitativamente diferente. Antes era - pausa: acho que consegui explicar o "amor verticalizado". Talvez não... - aquela coisa louca e intensa e quente e carnal e diabólica. Hoje é diabólico, mas é mais sublime, mais poético.
Sexo... Bom, isso me preocupa. Hoje em dia eu não confio no meu desempenho sexual nem um terço do que eu confiava antes. Mas agora podemos conversar. Ahahahaha!
Acho que até que eu sou bem afetiva, mas eu era mais intensa e mais lábil, talvez por isso hoje eu me veja um tanto distante de algumas coisas. Não é qualquer coisa que me impressiona hoje em dia.
Agora eu sei muito mais de Psicologia, e os planos são muito mais concretos! \o/
Coisa chata: acho que naquela época, eu tinha muito mais "força de vontade". Acho que preciso pensar sobre isso, o que mudou, por que eu perdi isso. Acho que, talvez, naquela época, algumas coisas tivessem mais valor. Explicação ruim. Acho que entendi: o que eu quis dizer é que, lá, eu tinha tão pouco, que lutava com unhas e dentes por qualquer migalha. E como eu acabei de dizer, hoje em dia, não é qualquer coisa que me impressiona e que me mobiliza. Boa observação. Agora preciso ver o que vou fazer com isso.
Uau! Senhorita CRB3! Ahahahaha! Nem vou dizer o que é, procura no Google!
Continuando: hoje em dia eu gosto de muito mais coisas: o "gostar-horizontalizado". Acho que agora o amor vertical faz mais sentido...
Acho que perdi a alma de artista... Super triste, isso. Pelo menos acho que ainda escrevo bem. Talvez não tão bonito, poético e tocante, como lá, mas ainda escrevo bem.
Algumas coisas eu não sei... Não sei se tenho mais ou menos paciência, medo... Ansiedade diminuiu. Não esta noite, mas em geral, diminuiu. Também não sei se a mudança que ocorreu foi "em mim" ou se só numa parte - a neuroquímica. Isso me faz ter aquele medo de parar de tomar remédio e voltar a ser infeliz. Como eu era, acho muito difícil voltar a ser. É como aquele exemplo: em condições "normais", depois que se aprende a ler, não tem como não saber mais ler. Acho que é bem parecido com isso. Mas pode ser que eu fique qualitativamente pior. Justamente por ter uma visão mais integrada e tal.
Uma coisa que tem me ajudado muito: as expressões "qualitativamente" e "horizontalmente". Aaaaah! É isso! Hoje em dia eu sou uma pessoa mais horizontal. É isso. A grande sacada não é a quantidade, nem tanto a intensidade, mas a qualidade das coisas, dos afetos, dos pensamentos e tudo. Estou "olhando para isso".
E devo confessar: acho que foi tão de repente... Só muito recentemente - muito mesmo! - me dei conta de tudo isso.
Não sei o que causou o quê, mas consegui tirar algumas pessoas patologizantes da minha vida e colocar algumas mais estruturantes. Óbvio, ainda tenho muita faxina pra fazer. Em todos os aspectos. Preciso de uma casaaaa!
Estou muito satisfeita com este texto. Não sei quem vai ler, mas com certeza minha garota vai e isso me faz mais feliz. O ruim é que eu não tenho mais nada a dizer - estou satisfeita, só isso -, mas queria muito continuar escrevendo, então talvez eu banque o Caio Fernando e comece a escrever sobre a vida real.
Coisa interessante de se notar: eu ainda tenho dificuldade em concluir meus escritos. E ainda fico atacando os pontos positivos. Bom, é isso.

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Estava ouvindo "Dancing with myself"? Obrigada! Agora você entende mais ou menos como me sinto. Ou melhor, como me sentia enquanto escrevia esse texto. Agora, estou podre, com dor de cabeça, dor no corpo, depois de uma noite infernal, tendo conseguido dormir quase às SETEEEE da manhã...