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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Rock n' Roll Lifestyle...

Depois de 500 anos achando que eu nunca mais ia conseguir fazer minhas coisinhas tosquinhas de volta, aqui estou. E venho pra dizer que estou bem. =) Dizer pra mim mesma, sabe? Não pra ninguém.
Agora eu descobri o que é Rock and Roll, descobri coisas legais, descobri que... sei lá, eu posso ser feliz, numa boa, apesar de ser tão densa que chego a ser vazia...
A vida não é boa, mas é tão cool...
Eu sempre achei que esse ano ia ser bom, e apesar de, no começo, tudo indicar para o lado oposto, as coisas tão encaixando... e a facu vai ser foda!!

#FuckYeah

O que é necessário?

domingo, 2 de janeiro de 2011

Overkill

Grito. Choro. Corro.
Bato. Quebro. Atiro. 
Ataco. Jogo. Fujo. 
Espanco. Rasgo. Estripo.
Corto. Destroço. Mato.

Não. 
Escrevo.


Juliana Aranha
18/out/2010.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Garotas, Natal e comprimidinhos...

Much better than you could know...
Acho que nem tenho tantas coisas pra dizer...
Pra começar... Comentário justo sobre o natal... Não foi uma bosta, não foi ruim como eu pensei, não deu nenhuma merda, não teve barraco nem nada assim e eu até me diverti bastante na medida do possível... Todo mundo se comportou muito direitinho, todo mundo muito fofo, tudo bem, muito bem, tudo... Ok, ironia a parte, fato: foi muito melhor do que eu esperava. Mas acho que já disse isso. Só fiquei puta porque eu sou uma escorpiana maldita e mesquinha e filha-da-puta e meu chinelinho novo estragou...
Me apeguei muito mais à Patti. A Patti, naturalmente, é uma das bonitinhas da semana. Mas, obviamente, a #1 é minha neni. 
Minha neni fez niver essa semana, agora falta um pouco menos de merdinhas legais pra eu poder desposá-la oficialmente... Eu, como ela [coloquei dessa forma só pra...], também não gosto de aniversário nem de natal. Mas acho que esse ano foi realmente uma coisa interessante... Porque eu fiquei feliz que ela tenha feito aniversário, e acho que foi legal pra ela... As pessoas todas sendo simpáticas e tudo... 
E ela sozinha é muito melhor
que muita gente por aí...
A Patti... Ela apareceu bem bem bem por acaso na minha vida... Chegou tímida e pensei que ficaria depressiva, afinal, nessa casa, não seria incomum... Tomou banhozinho, ficou "adequada"... Mas mantivemos o cheirinho de cachorro... E quando eu menos esperava, a fia da puta me amava e eu a amava e ela fazia festinha quando eu chegava e agora ela está deitada quentinha encolhidinha no meu colo, me atrapalhando a digitar e me fazendo putamente feliz... Falei pra Carol  sobre esse amor, assim... que dói, sabe? Dói mas não é ruim... É uma coisa estranha... Eu já senti antes? Não me lembro... O Du era outra vibe... Éramos crianças, ele e eu e tudo... Acho que estou mais depressiva que a média... E tenho a ligeira impressão de que não estou falando coisa com coisa... Acontece que a Patti me atropelou porque ela já chegou logo me amando, de verdade, nem liga se eu sou preta, lésbica, pobre, podre, cansada e ranzinza, se eu penteei o cabelo e passei desodorante ou não... Também não liga pra quem é que ganhou a competição pelo nome... atende a todos. E ainda a chamam de "animal irracional"... Ha ha ha ha! Quanto despeito!
Natal acabou e apesar de ter ficado bem felizinha, ainda estamos naquela fase de trevas na minha vidinha... A famosa semana entre o natal e o ano novo e a primeira semana do ano, que são as semanas que eu mais odeio, que mais me deprimem e que menos sentido fazem pra mim...
Dia desses estive questionando meu ceticismo... Fato: sou cética por covardia e preguiça existencial-filosófica-religiosa-acadêmica-argumentativa... Não vou me gastar pensando em merdas espiritualistas quando tenho tanta coisa "real" pra cuidar... Dia desses me peguei fazendo mapa astral e pensando "que bosta, Caio, nunca vou te ver", exatamente igualzinho a ela... E pensando no quanto aquela merda faz sentido e não faz, e tentando achar explicações céticas racionais que não estão contidas na MINHA experiência mas ainda assim soam menos ridículas que as que eu pude encontrar sozinha... To pensando se eu não preciso rever a coisa toda... Onde eu acho essas coisas que são importante e tal... Muuuuuuuita preguiça, muita muita preguiça...
Enfim, vou indo... Sem opções...

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Foda-se o eu-lírico!

É isso. Foda-se o eu-lírico. Não vou separar o que é "eu" e o que é "lírico". Eu sou eu e sou lírica.

domingo, 20 de junho de 2010

Insônia com Insight

"A vida nova é boa quase sempre".
Pra começar, ao ler esse post, eu prefiro que você esteja ouvindo "Dancing with myself", do ungido Billy Idol. Não é uma obrigação, mas a leitura vai ficar mais agradável e contextualizada. Para isso, clique AQUI, é online e tal, facílimo. Vamos lá.

***

01:06
Estava arrumando a porra do meu guarda-roupa e achei uns cadernos antigos e cartas que nunca enviei... Puxa vida, como eu escrevia bonito! Curioso é que eu ainda lembro das datas e dos fatos. Queria tanto compartilhar com ela... É como se, lendo todas aquelas coisas íntimas, bonitas e infantis, eu ficasse mais entranhada nela e ela em mim.
Hoje eu tô de um jeito muito diferente do que sempre imaginei.Estou 66,6% mais feliz que naquela época. Gente, eu era muito depressiva, mas muito mesmo! Pelos textos, eu descobri quando virei vegetariana (foi em julho de 2008), descobri quando rompi com o Geovani - a propósito, ele me deletou do orkut de novo, e eu só percebi hoje... #Lixa... Ahahaha! Descobri quando terminei com o Oliver e descobri que a merda toda era de verdade, não era só uma mentira que eu tinha contado a mim mesma para me sentir melhor. Infelizmente, nos meus escritos, havia muita coisa sobre a inominável. Ahahaha! É engraçado tratá-la assim depois de tudo o que ela já significou pra mim. Também deu pra ter uma ideia de quando comecei a me cortar.
Gosto de estar recuperando o prazer de um caderno velho cheio de orelhas e uma lapiseira fodida. A parte ruim é que eu vou ter que digitar tudo depois, uma vez que sou exibicionista e preciso publicar meus textos.
Acabo de me lembrar de um dia, nesta semana ou na outra, em que eu e ela estávamos vendo umas fotos no computador, e ela me disse "você é bonita". Eu respondi "é, também to achando". O interessante é que eu estava falando super sério. Lendo essas coisas... é estranho. Mudei demais, mas continuo sendo eu. Bem menos confusa e mais satisfeita. Só tem uma coisa que me incomoda: não consigo deixar de pensar no quanto o mundo é ruim e as pessoas, sacanas. O que eu era era produto de uma sociedade doente... Eu era só um resultado, um resultado brilhante e esperado, da merda toda. E eu consegui. Caralho! Eu consegui. Acho que, até hoje, eu já sabia que estava melhor, mas não tinha me dado conta do abismo que separa o que sou hoje do que eu era há um, dois anos. E, porra, quando a merda toda começou, eu era uma criança. Uma criança! Muito medo de que elas possam ser como eu era...
Bom, acho que era isso. Vou tomar minha fluoxetinazinha e ficar rolando na cama, porque eu fiz a cagada de dormir à tarde.
Mudei de ideia. Resolvi voltar e fazer umas comparações felizes, e outras infelizes.
Pra começar, naquela época, "ideia" tinha acento. Isso é uma coisa que... Não digo que eu fosse mais feliz pro isso, mas poxa vida, é bem o tipo de coisa que não precisava ter mudado...
O meu cabelo melhorou muito! Em compensação, naquela época era comprido. Se eu pudesse juntar o comprimento de lá com o aspecto de hoje, seria perfeito.
A minha namorada, hoje, é bem melhor - infinitamente melhor - que a daquela época, mas esse não é bem o tipo de comparação feliz...
Minha relação com a minha irmã melhorou muito; comigo mesma, nem se fala. Com as "pessoas", também melhorou bastante. Por outro lado, tenho a impressão de que minha mãe gostava mais de mim lá do que atualmente. Hoje em dia ela é triste e rabugenta, e não gosto de pensar nisso, mas creio que o que eu fui é parte do que ela é hoje. O que me consola é que o que eu fui é produto do que ela foi antes. Óbvio que não é "culpa" dela... Além disso, são muitas variáveis envolvidas... Porque às vezes as coisas simplesmente acontecem, e a gente nem imagina onde vai dar. Seguindo a mesma lógica, não pode ser "culpa" minha o que ela se tornou. Me sinto orgulhosa por dizer isso, apesar de não acreditar, de fato, no que estou dizendo.
Incrivelmente, a relação com meu pai piorou. E eu que achava que não podia ficar pior. Pois é, ficou. Hoje em dia, ele sabe sobre mim muito mais do que devia, mas muito menos do que precisava. Tudo em mim ele vê como defeito e... Ok, isso não é novidade e não vou entrar nessa discussão agora. Mesmo porque eu posso estar sendo vigiada, e de todo modo, ele não entenderia qualquer coisa positiva que eu pudesse dizer (hipoteticamente... Ahahahaha!).
Estou muito mais corajosa pra algumas coisas, e muito menos pra outras. Bom, acho que ainda tenho coragem de me cortar, mas agora eu tenho opção. Hoje, tenho coragem de expor e defender meu ponto de vista. Mas preciso pensar no alcance disso. Tenho mais coragem de falar com as pessoas. \o/ Mais coragem para lidar com perdas e faltas, eu acho. Não estou muito certa... Por outro lado, nem sei se é falta de coragem, as eu não faço mais algumas coisas divertidas que eu fazia, e nã osei se voltarei a fazer, e não sei se é bom ou ruim.
A minha opinião sobre suicídio mudou um pouco. Um pouco. Acho que hoje eu tenho uma visão muito mais integrada de mim, da vida (a minha e as outras), do mundo (aqui me refiro às relações estabelecidas entre pessoas e pessoas, entre pessoas e o "meio externo" - na falta de uma expressão mais adequada). Hoje eu considero muito mais coisas quando penso no assunto. Por outro lado, se um dia eu decidir que chegou minha hora, a coisa vai ser feia, porque vai ser uma certeza, não vai ser aquele desespero de adolescente. E isso me assusta.
A forma como eu amo mudou muuuuuuito! Antes era um amor... verticalizado. Óbvio, não vou conseguir explicar o que eu quero dizer. Mas é assim: antes era aquela coisa extrema, violenta, eu vivia de "paixão", no sentido de sofrimento, aquela paixão que conduz à morte. Hoje eu ainda sou capaz de estar apaixonada, mas hoje eu vivo mais de "amor" que de "paixão". Isso é uma coisa mais adulta e mais promissora.
O prazer que eu sinto hoje também é qualitativamente diferente. Antes era - pausa: acho que consegui explicar o "amor verticalizado". Talvez não... - aquela coisa louca e intensa e quente e carnal e diabólica. Hoje é diabólico, mas é mais sublime, mais poético.
Sexo... Bom, isso me preocupa. Hoje em dia eu não confio no meu desempenho sexual nem um terço do que eu confiava antes. Mas agora podemos conversar. Ahahahaha!
Acho que até que eu sou bem afetiva, mas eu era mais intensa e mais lábil, talvez por isso hoje eu me veja um tanto distante de algumas coisas. Não é qualquer coisa que me impressiona hoje em dia.
Agora eu sei muito mais de Psicologia, e os planos são muito mais concretos! \o/
Coisa chata: acho que naquela época, eu tinha muito mais "força de vontade". Acho que preciso pensar sobre isso, o que mudou, por que eu perdi isso. Acho que, talvez, naquela época, algumas coisas tivessem mais valor. Explicação ruim. Acho que entendi: o que eu quis dizer é que, lá, eu tinha tão pouco, que lutava com unhas e dentes por qualquer migalha. E como eu acabei de dizer, hoje em dia, não é qualquer coisa que me impressiona e que me mobiliza. Boa observação. Agora preciso ver o que vou fazer com isso.
Uau! Senhorita CRB3! Ahahahaha! Nem vou dizer o que é, procura no Google!
Continuando: hoje em dia eu gosto de muito mais coisas: o "gostar-horizontalizado". Acho que agora o amor vertical faz mais sentido...
Acho que perdi a alma de artista... Super triste, isso. Pelo menos acho que ainda escrevo bem. Talvez não tão bonito, poético e tocante, como lá, mas ainda escrevo bem.
Algumas coisas eu não sei... Não sei se tenho mais ou menos paciência, medo... Ansiedade diminuiu. Não esta noite, mas em geral, diminuiu. Também não sei se a mudança que ocorreu foi "em mim" ou se só numa parte - a neuroquímica. Isso me faz ter aquele medo de parar de tomar remédio e voltar a ser infeliz. Como eu era, acho muito difícil voltar a ser. É como aquele exemplo: em condições "normais", depois que se aprende a ler, não tem como não saber mais ler. Acho que é bem parecido com isso. Mas pode ser que eu fique qualitativamente pior. Justamente por ter uma visão mais integrada e tal.
Uma coisa que tem me ajudado muito: as expressões "qualitativamente" e "horizontalmente". Aaaaah! É isso! Hoje em dia eu sou uma pessoa mais horizontal. É isso. A grande sacada não é a quantidade, nem tanto a intensidade, mas a qualidade das coisas, dos afetos, dos pensamentos e tudo. Estou "olhando para isso".
E devo confessar: acho que foi tão de repente... Só muito recentemente - muito mesmo! - me dei conta de tudo isso.
Não sei o que causou o quê, mas consegui tirar algumas pessoas patologizantes da minha vida e colocar algumas mais estruturantes. Óbvio, ainda tenho muita faxina pra fazer. Em todos os aspectos. Preciso de uma casaaaa!
Estou muito satisfeita com este texto. Não sei quem vai ler, mas com certeza minha garota vai e isso me faz mais feliz. O ruim é que eu não tenho mais nada a dizer - estou satisfeita, só isso -, mas queria muito continuar escrevendo, então talvez eu banque o Caio Fernando e comece a escrever sobre a vida real.
Coisa interessante de se notar: eu ainda tenho dificuldade em concluir meus escritos. E ainda fico atacando os pontos positivos. Bom, é isso.

***

Estava ouvindo "Dancing with myself"? Obrigada! Agora você entende mais ou menos como me sinto. Ou melhor, como me sentia enquanto escrevia esse texto. Agora, estou podre, com dor de cabeça, dor no corpo, depois de uma noite infernal, tendo conseguido dormir quase às SETEEEE da manhã...


quinta-feira, 17 de junho de 2010

sábado, 12 de junho de 2010

Valentine's


Yeeeeaaaaahh! Diazinho foda! Na verdade, como tudo na vida, tem pontos altos e baixíssimos, mas poxa vida, os momentos bons estão tendo uma outra cara, um outro gosto... A vida inteira tá assim agora... Eu só queria que as moms estivessem bem...
Ganhei mais poema! *-*
Mas depois de me matar pra criar a imagem do post, fiquei sem criatividade para escrever... =S
Bolinho, amo-te INCOMENSURAVELMENTE!!


segunda-feira, 7 de junho de 2010

Parada 2010



Geeeeeeentchy! Foi tuuuuuudo! Apesar de eu estar fodida gripada, foi super super divertido! Eu e o Bolinho!! *-*
Daí a gente viu a Juh, e eu dancei e pulei e gritei e foi muito divertido!
Carol gritando "Jesus fecha meus olhos" pras beeshas que tavam se beijando foi o melhor... Ahauhauhauahuahaua!! Não, o melhor foi Carol gritando "Jesus te ama" pras pessoas que passavam... Meu Bolinho me mata de orgulho.
Registro: Perdi uma oportunidade de estágio com salário de R$1250,00 porque estava sem internet! Valeu, pai!

Jesus vos ama. Beijos a todos.