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terça-feira, 8 de março de 2011

RIP HappySadKim

Tão cansada, tão enjoada disso...
Happysadkim chegou ao fim... Ou a uma pausa tão grande, mas tão grande que, quando voltar, não será mais o mesmo.
Hasta la vista, baby.


domingo, 6 de fevereiro de 2011

Rock n' Roll Lifestyle...

Depois de 500 anos achando que eu nunca mais ia conseguir fazer minhas coisinhas tosquinhas de volta, aqui estou. E venho pra dizer que estou bem. =) Dizer pra mim mesma, sabe? Não pra ninguém.
Agora eu descobri o que é Rock and Roll, descobri coisas legais, descobri que... sei lá, eu posso ser feliz, numa boa, apesar de ser tão densa que chego a ser vazia...
A vida não é boa, mas é tão cool...
Eu sempre achei que esse ano ia ser bom, e apesar de, no começo, tudo indicar para o lado oposto, as coisas tão encaixando... e a facu vai ser foda!!

#FuckYeah

O que é necessário?

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Life is...

Luxúria
Orgulho
Ira
Preguiça
Gula
Ganância
Inveja

Filosofia de vida


1. O objetivo (sentido?) da vida é obter qualidade de vida, e então você escolhe o que é qualidade de vida, NA SUA OPINIÃO.
2. O segundo objetivo é fazer escolhas que causem MENOS danos. NENHUM dano é IMPOSSÍVEL.
3. Live and let live. Live and let die. Live and let fuck off. Cuide do que lhe diz respeito.
4. Controle o que é possível ser controlado por VOCÊ.
5. Responsabilize-se pelo que é de SUA responsabilidade.
6. Não foda com a vida alheia.
7. Enjoy it.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Coisas Boas na Tia Kim

  • Não me matei ainda
  • mãe
  • Giih
  • Carol
  • algumas amigas/amigos
  • gosto do meu trabalho, acho que estou indo bem
  • cabelo
  • inteligência
  • bom humor
  • determinação
  • 8 meses sem me cortar
  • tolerância (?)
  • vontade de melhorar
  • espontaneidade
  • sinceridade
  • não vou fazer uma lista das coisas ruins
  • às vezes eu consigo economizo dinheiro
  • sou carinhosa
  • sou receptiva
  • ainda sinto prazer
  • tenho bom gosto (livros, filmes, etc)
  • escrevo bem
  • já consegui superar muita coisa
  • princípios/valores
  • gosto de crianças
  • consigo me virar muito bem
  • menos tímida
  • mais consciente de algumas coisas
  • magra
  • senso de autopreservação
  • planos para o futuro
  • otimismo (espero que as pessoas/ o mundo não vão ser tão maus)
  • higiene
  • boa vontade

Versão comentada...
  • Não me matei ainda Nota-se.
  • mãe Há controvérsias...
  • Giih Obsolescência programada... Ahahahahahahahahah!
  • Carol (8) Don't let me down...
  • algumas amigas/amigos Os números vão se restringindo, os laços estreitando...
  • gosto do meu trabalho, acho que estou indo bem  Ahahahahah! Quanta inocência...
  • cabelo Isso foi antes da prog... Maldita influência do meio.
  • inteligência =#*
  • bom humor Sempre. Com pequenas doses de sarcasmo, uma beleza!
  • determinação Langweile...
  • 8 meses sem me cortar É, não tenho a data mas pela conta dá pra ver que eu escrevi isso há 4 meses, visto que não me corto há um ano! \o/ Vale dizer que eu escrevi isso no caderninho do mal um dia que eu saí da terapia querendo me matar mas não querendo muito...
  • tolerância (?) A interrogação estava no texto original... Eu não sei sobre o que, exatamente, eu falava... ahahahahahahahahah! E também não sei se sou lá muito tolerante...
  • vontade de melhorar Sempre!
  • espontaneidade Aloka, ahaza!
  • sinceridade Demais, às vezes...
  • não vou fazer uma lista das coisas ruins Ahahahahaha! Isso foi engraçado... Não pensem que eu sou narcisista, car@s pupil@s... É só que essa lista é... hmm... terapêutica...
  • às vezes eu consigo economizo dinheiro Tentar e conseguir ou não é para os fracos. Os bons economizam MESMO.
  • sou carinhosa Tão carinhosa quanto um tricerátops...
  • sou receptiva E tolerante!
  • ainda sinto prazer Fuck Yeah, não fumo crack!
  • tenho bom gosto (livros, filmes, etc) E pras pessoas também.
  • escrevo bem Yeah, baby, yeah!
  • já consegui superar muita coisa O parto, a pré escola... O resto, não estou bem certa...
  • princípios/valores Engraçado... Sou fiel aos meus valores e princípios, mas eles são um tantinho só diferentes do que éesperado... Lamentável.
  • gosto de crianças E tenho muito medo. Ainda mais depois que a) eu percebi que não consigo educar nem à Patti e b) depois que eu pensei que todas as pessoas no mundo se dividem em duas classes: imbecis ou infelizes...
  • consigo me virar muito bem Fato... Resolver pobremas é comigo! Mesmo os que eu crio... ahahahahahaha!
  • menos tímida Aloka!
  • mais consciente de algumas coisas Humm, é mesmo?
  • magra Ahahahahahahah! Morri... valores muito relevantes... ahahahahaha! Brinks! O lance é que eu não preciso lá muito me incomodar com exercícios físicos... por enquanto.
  • Que fique claro: em mim mesma, e muito em partes... Do contrário, não ficaria meexplicando o tempo todo... ;)
  • senso de autopreservação Engraçado, isso... mas tenho mesmo... Sempre escolho o que causa menos dano, porque dano nenhum, não rola...
  • planos para o futuro E mais talento para sonhar que para planejar e executar...
  • otimismo (espero que as pessoas/ o mundo não vão ser tão maus) Tomô? No cu? Yeah, baby... =/
  • higiene Ahahahahah! Básico... tem gente que não tem...
  • boa vontade Que gracinha! Fora a preguiça existencial, tenho sim...

Primeiro post de 2011 escrito agora... Estou me sentindo um lixo, o meu reveillon, ao contrário do que esperávamos, néan, anjon? foi um lixo! Preguiça master de viver, vontadezinha de ter nascido mortinha... rss.
Tédio tédio tédio extremo, saudade da neni, raiva de mim e do mundo e de estar no mundo e não poder fazer nada... Saudade de conseguir escrever bem... estou com o caderninho do mal aberto aqui na minha frente e sem inspiração pra concluir uns textos... e com medo de algum filho da puta plagiador me ferrar... Desesperança crônica no amanhã... rss... Mao me entenderia... Enfim, havia ainda muito o que dizer, mas eu me cansei... A vida tá tão boa que eu tô até bebendo a água em golinhos bem pequenos pra não ter que sair do quarto...
Everybody hates Kim (8)

De hipérbatos eu não gosto

De hipérbatos eu não gosto
Não gosto, e o porquê lhes direi.
Esse estilo me deixou, há muito, exausto.
Nos moldes clássicos, nunca me encaixei.

De hipérbatos eu não gosto
Não gosto, tampouco preciso.
No inferno, aprender a sorrir
Aprender, e viver no paraíso.

De hipérbatos eu não gosto
Mas sem hipérboles eu não vivo.
Tudo aquilo que aprendi...
Onde andará, meu deus, meu potencial criativo?

De hipérbatos eu não gosto
Mas qual, então, a ordem natural?
Poderá alguém, algum dia,
Me dizer quem é que é normal?

De hipérbatos eu não gosto,
Mas com ele não posso acabar.
Com ele e com milhares de coisas
Precisei aprender a lidar.

Eu não gosto de hipérbatos
Porque é feio, limitante e quadrado.
Punk, rebelde, revoltado.
Lirismo juvenil incendiado.

Juliana Aranha
24/out/2010.

Overkill

Grito. Choro. Corro.
Bato. Quebro. Atiro. 
Ataco. Jogo. Fujo. 
Espanco. Rasgo. Estripo.
Corto. Destroço. Mato.

Não. 
Escrevo.


Juliana Aranha
18/out/2010.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Garotas, Natal e comprimidinhos...

Much better than you could know...
Acho que nem tenho tantas coisas pra dizer...
Pra começar... Comentário justo sobre o natal... Não foi uma bosta, não foi ruim como eu pensei, não deu nenhuma merda, não teve barraco nem nada assim e eu até me diverti bastante na medida do possível... Todo mundo se comportou muito direitinho, todo mundo muito fofo, tudo bem, muito bem, tudo... Ok, ironia a parte, fato: foi muito melhor do que eu esperava. Mas acho que já disse isso. Só fiquei puta porque eu sou uma escorpiana maldita e mesquinha e filha-da-puta e meu chinelinho novo estragou...
Me apeguei muito mais à Patti. A Patti, naturalmente, é uma das bonitinhas da semana. Mas, obviamente, a #1 é minha neni. 
Minha neni fez niver essa semana, agora falta um pouco menos de merdinhas legais pra eu poder desposá-la oficialmente... Eu, como ela [coloquei dessa forma só pra...], também não gosto de aniversário nem de natal. Mas acho que esse ano foi realmente uma coisa interessante... Porque eu fiquei feliz que ela tenha feito aniversário, e acho que foi legal pra ela... As pessoas todas sendo simpáticas e tudo... 
E ela sozinha é muito melhor
que muita gente por aí...
A Patti... Ela apareceu bem bem bem por acaso na minha vida... Chegou tímida e pensei que ficaria depressiva, afinal, nessa casa, não seria incomum... Tomou banhozinho, ficou "adequada"... Mas mantivemos o cheirinho de cachorro... E quando eu menos esperava, a fia da puta me amava e eu a amava e ela fazia festinha quando eu chegava e agora ela está deitada quentinha encolhidinha no meu colo, me atrapalhando a digitar e me fazendo putamente feliz... Falei pra Carol  sobre esse amor, assim... que dói, sabe? Dói mas não é ruim... É uma coisa estranha... Eu já senti antes? Não me lembro... O Du era outra vibe... Éramos crianças, ele e eu e tudo... Acho que estou mais depressiva que a média... E tenho a ligeira impressão de que não estou falando coisa com coisa... Acontece que a Patti me atropelou porque ela já chegou logo me amando, de verdade, nem liga se eu sou preta, lésbica, pobre, podre, cansada e ranzinza, se eu penteei o cabelo e passei desodorante ou não... Também não liga pra quem é que ganhou a competição pelo nome... atende a todos. E ainda a chamam de "animal irracional"... Ha ha ha ha! Quanto despeito!
Natal acabou e apesar de ter ficado bem felizinha, ainda estamos naquela fase de trevas na minha vidinha... A famosa semana entre o natal e o ano novo e a primeira semana do ano, que são as semanas que eu mais odeio, que mais me deprimem e que menos sentido fazem pra mim...
Dia desses estive questionando meu ceticismo... Fato: sou cética por covardia e preguiça existencial-filosófica-religiosa-acadêmica-argumentativa... Não vou me gastar pensando em merdas espiritualistas quando tenho tanta coisa "real" pra cuidar... Dia desses me peguei fazendo mapa astral e pensando "que bosta, Caio, nunca vou te ver", exatamente igualzinho a ela... E pensando no quanto aquela merda faz sentido e não faz, e tentando achar explicações céticas racionais que não estão contidas na MINHA experiência mas ainda assim soam menos ridículas que as que eu pude encontrar sozinha... To pensando se eu não preciso rever a coisa toda... Onde eu acho essas coisas que são importante e tal... Muuuuuuuita preguiça, muita muita preguiça...
Enfim, vou indo... Sem opções...

sábado, 4 de dezembro de 2010

Fuckitall

Coloque um desenho no seu avatar
 do orkut para reduzir a
violência contra as crianças...
Acho um saco essa merda de ficar levantando bandeira... Tipo "eu acho preconceito uma bosta! mas se meu filho for gay eu mato na porrada"... Coisa que eu mais odeio é aquela gente que "odeia maus-tratos a animais" mas adora um churrasco... Ou aquelas gentes que acham um absurdo pedofilia, pensam que só isso é violência contra criança, mas grita com o filho, bate, negligencia, trata o guri do farol como se ele fosse lixo...
To meio na bad... Foda-se... Penso tudo isso mesmo, com a diferença que em outro dia eu diria com eufemismos... Eu quero ter um filho, mas to com medo... Quero uma casa, mas ta difícil... Que saco! Ainda bate a misantropia e o #CretinFamilyFeelings...

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Deus te abençõe.

My heart... 
Nunca entendi exatamente o que as pessoas querem dizer com essa frase. Só sei é que sempre me senti muito bem quando alguém me diz isso. Óbvio, não acredito em deus, mas acontece que, quando alguém me diz isso, eu sempre penso "das duas uma: ou a pessoa gostou muito de mim e deseja que eu seja abençoada por seu deus, ou essa pessoa é muito boazinha e deseja que todo mundo seja abençoado", e esse é um pensamento que me conforta. Hoje eu me senti realmente muito estranha e não sei quando nem como isso começou. Era uma coisa realmente muito estranha... Eu tava mau humorada, ouvindo merda e lembrando da minha mãe sempre dizendo "é melhor ouvir merda que ser surd@", frase com a qual serei obrigada a não concordar, hoje... Porque eu odeio TODO TIPO de generalização, e amo uma hipérbole e uma ironiazinha... Também amo ser bem tratada e ver gentileza rolando solta por aí, desde que não seja pra cima da minha mulher... O lance é que talvez eu tenha acumulado muita coisa... Pessoas sendo escrotas comigo constantemente... E eu tento me manter fiel aos meus princípios de não-violência, coerência, não vingança, não perder a razão e agir sempre com a cabeça antes de meter um taco de baseball no rabo do filho da puta que vem se crescer pra cima de mim... Mas isso me faz me sentir uma merda... Por exemplo, eu sei que se eu tivesse dito à Lolinha que enfiasse seu feminismo, sua arrogância e sua persecutoriedade e bitolação no meio do cu, eu teria me sentido mal, teria perdido a razão, mas teria me sentido bem, e teria também me sentido culpada... Também sei que se eu tivesse cuspido na cara daquele motorista filho da puta e estrangulado o sujeito com o cordão do meu crachá, eu teria me sentido mais aliviada, mas depois... e depois?? Hoje o motorista, SEMPRE o puto do motorista, dizia que os jovens hoje em dia não têm educação porque suas mães não dão. Eu nem queria argumentar. Só queria dizer "cale a boca e vá se foder"... Eu queria ser menos boazinha, fato. Queria parar de me culpar pelas merdas do mundo, queria parar de me agredir em retaliação às coisas que me fogem ao controle...
Estranho é que hoje, quando eu estava fazendo coisas boas, construtivas, agradáveis, foi quando eu me senti pior e com mais vontade de chorar e morrer e gritar que sumisse da minha frente, que fosse bem feliz, longe de mim, meu senhor, e que apesar do seu perfume bom, eu ainda sinto aquela vontade de vomitar, meu senhor... E não me venha nenhum maldito psicanalista dizer que eu sinto isso porque sou hipócrita e fico reprimindo minha agressividade. De fato, acredito que estejamos entupidos de agressividade, a velha ultraviolência, meu caro, mas temos outras formas mais humanas e civilizadas de exteriorizá-la, como a ironia, por exemplo.
A questão é que me esgotei. Me esgotei de tentar tornar essa bosta desse mundo um lugar melhor pra se "viver"... Queria ser fria, cruel, grosseira, violenta, egoísta... Muito mais do que as pessoas pensam que eu sou, talvez menos ainda do que o que eu seja de verdade. Enjoei do mundo, da vida, de dizer que a felicidade está no caminho, e não no fim, que você pode morrer sem nunca nem ter chegado perto. Cansei de dizer "tudo bem, não tem problema", porque realmente não vejo problema e os problemas serem cuspidos na minha cara, ainda maiores, porque não são problemas pra mim. Cansei de ser igual, cansei de ser diferente, cansei de gente apelando, cansei da crueza e do circo, cansei de pensar, cansei da desgraça e da delícia de ter podido escolher ser eu mesma. Cansei de procurar em que me mirar e está tão difícil de encontrar, baby, de encontrar você onde eu estou quando você não está...
Cansei da poesia pela metade, política pela metade, depressão e entrega pela metade, ideais pela metade, salários pela metade, preguiça e esforço, na metade. Desistir na metade e nunca parar. A outra metade é e não está.

Amanhã estarei de volta. Com os mesmos ideais cor de rosa, a mesma voz suave e olhar terno, o mesmo ânimo, contagiante, o mesmo desespero estético-existencial.

sábado, 6 de novembro de 2010

Black Jack, Tia Kim!



Mas que beleza!!! Acordar mais um dia, olhar para o céu (nublado, merda!), e pensar "nem acredito, é hoje!"... Porque quando eu tinha seis, sete, doze... eu começava a contagem regressiva  desde setembro... Depois dos 15, eu ainda ficava ansiosa pra saber se as pessoas iam lembrar... Ficava feliz por lembrarem, e ficava chateada se alguém importante não me ligasse nem nada assim... Mas esse ano... bateu uma deprê quando eu me dei conta de que tava tão perto... comecei a perguntar pelos presentes, porque presente é sempre legal, né? Aí eu acordei hoje... My sis ia viajar, mas nem rolou... fiquei muito tempo sozinha, apática, infeliz, desmotivada... Consegui sair super tarde, me diverti muito fazendo merda, dei chiliques homéricos desnecessariamente (e quando é que um chilique é necessário??), criei climas tensos, mandei mensagem desesperada pra Lívia... quanta merda! Eu pirei com essa coisa de ter 21... mas o que mais me pirou foi ter sacado que eu sou adulta, que eu nunca mais vou ser como antes e que é difícil não ser como antes... Lembro de quando eu chegava da escola, comia, dormia, lavava uma loucinha, ia na biblioteca, tinha uns amiguinhos... depois entrei na ETESP, vivia uma vidinha bem mais ou menos, era bem infeliz mas me esforçava para ser melhor... Hoje eu sou melhor e me sinto tão "e daí?" quanto a isso... Eu to sendo ingrata, eu sei... preciso urgentemente de terapia... Acho que doeu também aquele lance de não ser mais um dia especial... a merda de sempre, todo mundo pouco se fodendo... ahahahahahahaha!!! Ah, nem sei... Eu não to triste... eu to... esquisita... Acho que eu não quero mais falar...
E eu sei que ninguém vai ler, mas um MUUUUUUITO OBRIGADA a todos que tentaram fazer o dia um pouco melhorzin!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Foda-se o eu-lírico!

É isso. Foda-se o eu-lírico. Não vou separar o que é "eu" e o que é "lírico". Eu sou eu e sou lírica.

domingo, 26 de setembro de 2010

Such a perfect day...

Que coisa... Depois de 3 séculos sem postar, só me inspirei pra escrever essa bosta... Feeling loser... Não consegui fazer um trabalho relativamente simples que pra mim parece incrivelmente difícil... A bosta do meu teclado está com problema nas teclas C, O e R, e agora? Odeio esse teclado! Odeio essa vida! Ahahahahahhaha!
Queria ter visto a mulhé, mas não rolou... comofas?
Nhaa, não quero mais falar... Toda a poesia se foi... Morreu.

domingo, 18 de julho de 2010

NÃONÃONÃONÃO [2]


É incrível a ideia que eu tenho de coisas geralmente muito bem vistas, como família, religião, lar (odeio muito essa palavra), amigos... Bom, acho que estou generalizando. Enfim, eu tava super bem, completamente ok, daí eu cheguei em casa. Senhora X estava com uma cara que só de olhar eu já fico ansiosa e deprimida. Aí eu vi o Senhor X. Senhor X é sinal de choque. Always. Senhor X deprime a mim e à Senhora X, e a depressão da Senhora X me deprime, também. E a minha presença irrita de tal forma o Senhor X que eu sinto vontade de morrer só por ouvir sua respiração pesada. O mais foda, guys, é que eu não to mesmo fazendo drama. A coisa é punk. Me lembro daquela frase que talvez tenha sido Nietzsche quem escreveu, que a Jolie tem tatuada em algum lugar... "Quod me nutrit me destruit", e eu nunca vi uma coisa se encaixar tão bem como essa frase na minha vida. Tem até aquele lance de ele comprar minha comida e tudo. É literal, a coisa. Tenso. 
Ontem eu fui num casamento. Eu quero muito me casar, mas porra, a igreja... ou melhor, a Igreja é tão patética... Daí vem os bastardos com a ideia da reforma protestante, poxa, que legal (Y), mas aí vira essa bosta pior que a santa madre... Tenha dó... Odeio todas as baboseiras que dizem, aquele bando de merda hipócrita que ficam dizendo, fazendo dizer, e sempre passando essa merda adiante... No meu casamento, vai ter alguém lá fazendo firula, sim, porque senão não ia ter muita cara de casamento. Mas pensando bem, vou chamar um filósofo. De preferência, um ateísta, que não seja pessimista, alguém que possa falar coisas bonitas sobre o amor, a união, nossa posição na sociedade e algo mais útil e interessante. Tava pensando... Se o casamento é assim tão sagrado, porque Jesus não casou? Aquele lance de serem os dois uma só carne... Brincadeira, né?
To sentindo falta de me sentir amada... Só a @carol_blues não pode me amar por tudo o que o mundo não ama. Se não fosse meu anjinho, que seria de mim, agora? Quero morrer, um pouco. Ansiosa pra começar a trabalhar, pra receber um salário, pra cobrir minha conta, receber o segundo salário, fazer tatuagens novas e meu piercing no mamilo... 
Ansiedade extrema. Ontem me ocorreu... Será que essas férias da Lívia não foram uma espécie de teste pré-alta? Pra ver como eu fico sem ela e tal? Será? Não sei se ela faria uma coisa dessa sem me dizer. Não quero pensar sobre nisso. Essa semana ela volta. 
Eu não sei mais o que dizer. Eu disse no twitter que eu to com saudade das minhas giletes. E, meu, não é isso. Eu to com saudade de aliviar minha ansiedade. Mas agora... Gilete não resolve mais. Eu vou ter que esperar. Me ajuda muito lembrar das fucking aulas de psicopatologia e algumas de AFCH, nas quais os professores sempre diziam que ansiedade sobre até um nível máximo e depois começa a baixar, independentemente do que eu faça. Já disse isso pras pessoas, a fim de tranquilizá-las... Vale dizer agora pra mim mesma. Foda que eu sei que isso é verdade, mas dói esperar.
Cansei de dar tiros na água. Adoro essa expressão.
É estranho como o amor ainda está pareado com dor. Acho que essa é uma coisa difícil de superar.
Tava vendo as tatuagens da Angelina Jolie, e são todas pretas, como as minhas; símbolos, como as minhas; de cadeieiro, como as minhas. Mas as dela são foda. As minhas são podres.

Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love Fuck Love

sexta-feira, 16 de julho de 2010

NoLoSe

Estou com vontade de postar, mas sem a mínima inspiração. Nem sei porque gasto uma atualização, a paciência das pessoas, com esse post absolutamente inútil. Enfim, foda-se, o blog é meu.
Mas vamos lá.
Amanhã eu faço três meses de namoro. \o/
Quarta-feira eu começo a trabalhar.
E a vida acontece.


quarta-feira, 14 de julho de 2010

NÃONÃONÃONÃO

NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO
NÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃONÃO

Você NÃO pode ser feliz em paz.
Seus relacionamentos NÃO dão certo nunca.
Você NÃO vai nem querer vê-la daqui a um ano.
Você NÃO sabe o que diz.
Eu NÃO fiz nada de errado.
Você NÃO tem razão.
Você NÃO pode fazer isso comigo.
O que tem de errado agora? NÃO era nem pra ter começado.
EU NÃO tenho nada a ver com essa merda.
NÃO me envolva nisso.
Eu NÃO concordo.
Eu NÃO não estou contra você.
NÃO fecha a merda da porta.
Eu NÃO confio em você.
Eu NÃO sou maria-vai-com-as-outras como vocês.
NÃO tem mais jeito.



domingo, 11 de julho de 2010

Bad Romances

I want your ugly
I want your disease
I want your everything
As long as it's free
I want your love
Love, love, love I want your love

I want your drama
The touch of your hand
I want your leather-studded kiss in the sand
I want your love
Love, love, love I want your love
(Love, love, love I want your love)

You know that I want you
And you know that I need you
I want it bad, your bad romance

I want your love and
I want your revenge
You and me could write a bad romance
I want your love and
All your lover's revenge
You and me could write a bad romance

I want your horror
I want your design
'Cause you're a criminal
As long as your mine
I want your love
(Love, love, love I want your love)

I want your psycho
Your vertigo stick
Want you in my rear window
Baby your sick
I want your love
Love, love, love
I want your love
(Love, love, love I want your love)


You know that I want you
('Cause I'm a freak bitch baby!)
And you know that I need you
I want a bad, bad romance

I want your love and
I want your revenge
You and me could write a bad romance
I want your love and
All your lover's revenge
You and me could write a bad romance

Walk, walk fashion baby
Work it
Move that bitch c-razy

Walk, walk passion baby
Work it
I'm a freak bitch, baby

I want your love
And I want your revenge
I want your love
I don't wanna be friends

J'veux ton amour
Et je veux ton revanche
J'veux ton amour
I don't wanna be friends
Oh-oh-oh-oh-oooh!
I don't wanna be friends
(Caught in a bad romance)
I don't wanna be friends
Oh-oh-oh-oh-oooh!
Want your bad romance
(Caught in a bad romance)
Want your bad romance!

I want your love and


I want your revenge
You and me could write a bad romance
Oh-oh-oh-oh-oooh!
I want your love and
All your lovers' revenge
You and me could write a bad romance

***

Novamente, gostaria de pedir que você, ao ler este post, estivesse ouvindo uma música... Bem, tem todo aquele lance de criar o clima, ilustrar o que eu to dizendo e tal... Novamente, online, facinho. Bad Romance - Lady GaGa

Let's go! Hoje eu resolvi fazer outra limpa e falar de Bad Romances... Lendo a letra dessa música, coisa que eu só fui fazer hoje, eu... mentira, eu tive essa ideia antes, mas hoje tudo fez sentido quando eu li a letra.

***

Séculos depois, vamos lá... Vou tentar não identificar as pessoas. Mas se você me conhece bem, saberá sem dúvidas de quem eu tô falando.


***

Vamos lá... Meu primeiro Bad Romance foi "A"... A era uma pessoa muito legal, encantadora, divertida, hipersexualizada (ou eu deveria dizer "normal"?), me iniciou na vida de podridão... Eu achava tudo isso o máximo... Até que eu me toquei de que eu nunca tinha sido o bastante para A, e que eu não era para A o que A era pra mim. Foi minha primeira decepção amorosa, foi meu primeiro término de namoro, minha primeira semana chorando por ter "perdido" alguém. Tenho certeza praticamente absoluta - uns 99%, digamos - de que eu nunca magoei A, pelo menos nunca muito gravemente. A se divertia muito comigo, como se eu fosse um daqueles brinquedinhos bonitinhos, novinhos, engraçadinhos... Não estranho, A enjoou de mim. Ou eu me toquei de que nunca tinha sido tão interessante assim... Bom, foda-se A. Incrivelmente, eu consegui superar. Foi uma daquelas coisas de passar anos (uns 2) olhando o orkut de A e de seu novo affair, caçando qualquer coisa que me dissesse respeito (ou não), qualquer menção a mim, qualquer espécie de coisa, por mais que isso fosse me magoar. Hoje em dia, eu não sei NADA sobre a vida de A, não sinto falta, não quero saber, e incrivelmente, não lhe desejo mal.
Depois de A, veio B (Ahahahahahaha! Isso foi extremamente engraçado!). B era uma pessoa muito diferente de mim, na época. Hoje, não sei bem se isso é verdade. Quero dizer, eu já tinha depressão nessa época... 
Gentchy, acabo de me dar conta de que eu me esqueci do meu Bad Romance infantil... Ahauahuahauahau! Vamos chamar esse caso de "A-1". A-1 foi uma pessoa muito boazinha, muito fofinha, esse sim foi meu primeiro namoro, meu primeiro fim de namoro, o primeiro chifre que levei, mas - Ahá! - o primeiro chifre que coloquei... E o segundo e o terceiro e o quarto e... Ahauahauahauhauahau!! Como eu era infernal. Mas enfim, A-1 foi muito pouco Bad Romance - o foi mais no sentido de ter sido minha iniciação nas decepções amorosas do que no sentido de ter me feito mal mal mesmo. E também não acho que eu tenha sido muito má com A-1, porque até rolou um lance muito mais tarde... Enfim, voltemos a B.
B era uma pessoa "fascinante", essa é a palavra. A princípio, nem bom, nem ruim. Depois, tudo de bom. Depois, tudo de ruim. B foi minha desgraça, minha perdição. B foi a pessoa que me fez querer desistir de viver, de ter casos, de me relacionar com qualquer espécime da humanidade. B me fez brigar com uma série de pessoas, mas, por causa de B, nunca odiei mais a ninguém do que a mim mesma. B me trouxe muitos problemas, problemas de toda espécie. Muitas experiências novas, também, não quero ser injusta. Sim, é claro que fui feliz com B, afinal, ninguém é troxa de ficar com alguém que faz 100% mal. B foi o meu pior, maior, mais intenso Bad Romance. E isso porque B, em si, era uma coisa terrivel. Claro, com uns adendos da realidade dura e cruel, B se tornou muito pior. Não quero ser repetitiva. Só queria acrescentar, sobre B, que eu também lhe fui muito Bad Romance. Fiz pequenos infernos em sua vida, fiz muito drama, muitas exigências, muita coisa jogada na cara... Chegou uma hora em que eu não conseguia viver sem B. Muito mais difícil era viver COM B. Era uma coisa doentia, infame, desnecessária (?), era algo obsessivo, possessivo, mal educado, grosseiro, viver com B... Depois de muitas idas e vindas, decidi me afastar definitivamente de B. Isso, umas 10 vezes. Ahahaha! Hoje tem graça. Com B, foi a mesma putaria de ficar fuçando orkut, vendo o perfil de cada pessoa que lhe dissesse qualquer coisa, por mais inocente que fosse. Mais tarde, até que foi bom. ;) Enfim, quando penso em B, hoje em dia, sinto uma coisa estranha... Uma raiva com uma angústia e um despeito... Não sei bem... Miraculosamente, SUPEREI B!!!!! \o/\o/\o/ Agora, o que eu não superei foi B+1, pessoa desgraçada, infame, maldita, que morra e queime eternamente no inferno - nessas horas eu preferia acreditar em céu, inferno e a palhaçada toda... =/ Agora, chega de B.
Depois de B, claro que com algumas escalas... Ahahahaha! Como eu sou infernal. Depois de B, veio C. C foi um super super Good Romance, até certo momento. Não digo que a culpa seja de C. Chegou uma hora em que tudo o que eu tocava virava merda. Enfim, C foi muito legal comigo, até que eu enlouqueci. Juro pra vocês, gentchy! Enlouqueci mesmo, despiroquei... Tive um lance muito estranho com... Enfim, não é importante. C ficou sendo uma coisa que me confrontava com o que tinha de pior em mim, e eu não suportava chegar perto de C. Acabei sendo um Bad Romance tremendo na vida de C, acho que fui até um trauma e tal. Me sinto culpada quando penso em C. C, me desculpe.
(Sinto que estou ficando repetitiva)
Não necessariamente nessa ordem, veio D. D era uma pessoa que me fazia sentir mal, por melhores que fossem suas intenções. D gostou demais de mim, sem que tivesse em que se basear, o que me faz pensar que eram simples projeções, e que D não gostava "de mim", mas do que tinha "planejado" pra mim, do que esperava que eu fosse, e a realidade acabou se mostrando bem diferente. Foi triste, até. Hoje, virou uma espécie de... Desprezo mútuo. Enfim, fui muito mais Bad Romance na vida de D do que D na minha, mas acho que não criei trauma.
Então, veio E. E era uma pessoa bem do jeito que eu gostava, mas foi mais ou menos na época em que eu comecei a me irritar com gente depressiva. E era outro caso de gente que gostava demais de mim sem ter por quê. Isso é uma coisa que realmente me incomoda. E era uma ilusão boa, mas uma hora ficou sufocante. Até bem pouco tempo, eu achava que E tinha trauma de mim, até que eu percebi que E tinha trauma de todo mundo e de ninguém. E só foi Bad Romance pra mim no começo do fim. Hoje em dia, até gosto bastante de E.
F... F era uma pessoa muito legal e tudo... mas com o tempo, percebi que F era de um cinismo inacreditável, gostava de provocar, de fazer joguinhos infantis, coisa de gente besta, sabe?? Bem, não digo que F tenha sido grande trauma pra mim, nem eu para F, mas digamos que F cristalizou minha sensação de que nada nunca ia dar certo. Aliás, F foi meio que um tiro na água, não vou conseguir explicar.
Claro que com todas essas pessoas eu vivi coisas boas, mas sei lá... Alguns padrões, alguns traumas, medos, desconfianças... Vieram daí... Isso me deixa mal... E não quero saber de piadas do tipo "Pensei que ia precisar usar o alfabeto grego" ou algo que o valha. Nem é tanta gente assim... 
Ah, acho que preciso mencionar G. Não que tenha sido Bad, muito menos Romance, mas G foi uma pessoa que me influenciou muito, no sentido de me fazer perder a fé. Em compensação, G me mostrou um mundo de possibilidades, as quais eu pude experimentar e recusar. Preferi não ser como você, G. Vazio já me consumia demais pra ainda entrar nessa vida. No, thanks.
E então, HH... (Y) HH em si, não é problema, nunca foi e creio mesmo que nunca virá a ser. Mas HH veio com uma caixinha de Pandora acoplada... Ahahahaha! Nós vamos conseguir, né, HH??
Te amo muito!!!!

Juro que a ordem foi meio caótica, mas algumas coisas caíram como luvas... Ahauahauahuahaua!
Esse post foi repetitivo, cansativo, mas foi bem ilustrativo e catártico. Deus vos abençoe. Amen.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Como eu ia dizendo...

(03/Julho/2010, à noite)
Acho que me arrependi do que disse sobre a mom...
Além disso, nem de longe essa imagem salva como "expressionismo.jpg" representa o que estou sentindo.
Acho que fiquei um tanto perturbada com certas coisas... Começarei pelo que deve ser menos relevante. Quero dizer, não quero que "isso" signifique grande coisa...
Aconteceu: she said to me: "X me escreveu" (ou algo equivalente), ao que eu SIMPLESMENTE respondi: "vagabundazinha" e então she said to me "Calma, cara Oo", e algo nessa combinação de me mandar ficar calma, me chamar de cara, mandar esse emoticon "Oo" e defender a vagabundazinha em questão, denunciando meu comportamento absolutamente... não sei a palavra. Irracional, desnecessário, desproporcional (essa é boa)... Enfim, isso mexeu demais comigo, tomou uma proporção descabida e agora dói como se...
É mais complexo que isso. O lance é que: a) NINGUÉM sabe por quê um reforçador positivo perde essa sua propriedade, e b) quando um estímulo (reforçador  positivo?), pareado com estímulos neutros, é seguido por um aversivo MUUUUITO aversivo, toda a contingência se torna aversiva, e quando isso ocorre com uma certa frequência INDEPENDENTEMENTE das respostas que eu emita (vamos proteger o meu "egozinho" frágil e sem talento), quando a punição vem sem que eu tenha controle algum, sem que eu possa evitá-la (dizendo assim parece menos dramático), isso cria uma condição de desamparo aprendido. Bom, Skinner e a Lívia e todos os analistas do comportamento me desculpem se eu estiver falando merda. O lance é o seguinte: alguns estímulos adquiriram propriedade aversiva e mei oque (é exatamente isso) sinalizam punição, e acho (só acho) que às vezes a gente arranja os meios mais bizarros de fugir ou se esquivar de TODA a situação aversiva. Generalizando, acho que até o tom meloso da minha voz era uma forma de esquiva.
Algumas coisas são muito frustrantes. Eu sou incompetente? burra? limitada? preguiçosa? Na época da depressão, eu facilmente colocaria um "e" no lugar da itnerrogação, ams poxa vida, eu não sou tão má assim, talvez eu só... não tenha repertório (q como? quando? eu vou ter?) e... eu posso melhorar... Mas ainda não falo francês, e ainda não sei de onde vem a esquizofrenia e o autismo, e não sei POR QUE um reforçador positivo PERDE seu valor reforçador (o negativo também, no caso do desamparo aprendido); Humbert Humbert, independentemente da minha vontade e dos meus anseios, não existe; não nasci Lolita, e não tem mais um fio sequer de ninfescência em mim. Eu ainda estou sujeita aos produtos de contingências velhas e purulentas. E ainda não tenho uma imagem para meu post. E por mais que eu estude análise do comportamento, SAIBA e ACEITE que o comportamento de Y é produto de controle aversivo (bem como o meu), não consigo afastar a ideia de que "coitada de mim, Y é mau, não presta, não tem jeito". Acontece que não há deus para mudar os elementos das contingências, e Y também não vai mudá-los, logo, estou certa.
Novamente, gostaria de agradecer ao fucking bastard que inventou o blog (acho que dizer "caderno" seria mais adequado), com todo seu poder catártico. Audiência não punitiva, psicanálise de merda. Adicione punições às minhas postagens e ACABOU-SE o poder de catarse do blog.
Minha irmã foi dormir brava comigo porque "eu não lhe dou atenção", do que eu discordo. Naturalmente, talvez eu não lhe dê tanta atenção quanto ela solicita, mas eu me esforço para que esta reclamação não seja validada.
Me arrependo de não ter anotado certas coisas. Me arrependo de uma série de coisas que passaram desfilando, agora, mas rapidamente, por minha "mente".
Lembrei que o que me faz me sentir burra não é não saber uma COISA, mas não saber um MODO DE SABER essa coisa.
Agora me bateu um medo estranho. Lembrei do que eu fiz com uma tela esses dias, e me deu medo de, de certa forma, acabar fazendo o mesmo com a minha vida. Ficou feio, então eu rabisquei tudo e joguei em cima do guarda-roupa. E tá lá e eu não vou mexer porque eu não quero olhar para aquilo.
Estranho como, depois de certo tempo, não achei graça em mais nada.
Me esgotei. Acho que fiz umas análises boas, interessantes e coerentes. Me sinto gasta e cansada. Vou parar de escrever, tomar um leite quente (com café solúvel, a invenção do século) e violar meu luto humbertiano com Skinner.
Sem comentário final engraçadinho, 
                                       a não H. H.

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Agora sou eu, e hoje... =)
Bom, eu menti. Não tomei leite, tomei suco de goiaba, e não li Skinner, não li nada; eu fui dormir.
Acho que ainda ficou incompleta a "análise" (arrogante, isso)... Acontece que agora eu to tentando quebrar esse pareamento dos estímulos neutros com a situação aversiva... Óbvio que isso causa uma puta de uma ansiedade, mas vai valer a pena, creio eu.
Ganhei uma aliaaaança!!! *-*
Não quero mais falar... 
Beijo beijo.

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Acho que é a primeira vez na minha vida inteira que eu finalizo um post decentemente.